Digite a palavra desejada e clique em Buscar
Acumulação de pus numa cavidade formada acidentalmente nos tecidos orgânicos, ou mesmo em órgão cavitário, em conseqüência de inflamação.
É a coordenação normal entre os osteoblastos e os osteoclastos, para manter o equilíbrio entre a produção e a destruição óssea.
Medicamento que previne ou controla náusea e vômitos.
Medicamento usado no tratamento de infecções fúngicas.
Medicamento que previne, mata ou bloqueia o crescimento e a disseminação de células cancerosas.
agente quimioterápico tais como o melphalan (Alkeran) e a ciclofosfamida (Genuxal). Alquilante se refere a forma com que estes agentes se ligam ao DNA das células do mieloma e bloqueia a divisão celular.
Vide “Transplante de medula óssea”
as cadeias leves de imonoglobulinas (proteínas de Bence-Jones) são depositadas em tecidos e órgãos por todo o corpo. Isto é mais frequente com as cadeias lambda do que com as cadeias kappa. Em pacientes com amiloidose, as proteínas da cadeia leve se ligam a tecidos tais como o coração, os nervos e o rim, ao invés de serem excretadas pelos rins.
Qualquer medicamento que alivia a dor. O ácido acetilsalisílico e o paracetamol são analgésicos leves.
Composto químico estruturalmente semelhante a outro, com uma ligeira diferença na composição.
diminuição do número de células sanguíneas vermelhas e da hemoglobina abaixo de 10 g%, sendo o normal de 13 – 14 g%. O mieloma na medula óssea bloqueia a produção de células vermelhas causando a anemia (sintomas de fraqueza e cansaço).
Perda de sensação ou alerta. A anestesia local causa perda de sensação em uma parte do corpo. A anestesia geral faz a pessoa dormir.
Formação de vasos sangüíneos, que normalmente acompanha o crescimento do tecido maligno, incluindo o mieloma.
são proteínas secretadas pelas células sanguíneas brancas, para combater as infecções.
Anticorpos produzidos artificialmente com o objetivo específico de encontrar e ligar-se às células cancerosas para fins diagnósticos ou terapêuticos. Podem ser usados isoladamente ou para transportar medicamentos, toxinas ou material radioativo diretamente até as células tumorais.
Qualquer substância estranha (como bactéria, vírus ou toxina) que, quando introduzida no organismo, faz o sistema imunológico produzir anticorpos naturais.
Processo celular normal que envolve uma série geneticamente programada de eventos que resultam na morte da célula.
Remoção, com o auxílio de uma agulha, de uma amostra de líquido e células da medula óssea para análise em microscópio.
remoção por agulha das células da medula óssea.
Tipo de leucócito. Basófilos são granulócitos.
é o nome utilizado para identificar a proteína encontrada na urina de pacientes com mieloma. As proteínas do mieloma, ou proteínas M, apresentam cadeias leves (kappa ou lambda). A quantidade da proteína de Bence-Jones é expressa em termos de gramas por 24 horas. Geralmente, uma quantidade muito pequena de proteína (menos do que 0,1 g por 24 horas) pode estar presente na urina, mas esta é albumina e não proteína de Bence-Jones. A presença de qualquer proteína de Bence-Jones é anormal.
Não canceroso; não invade o tecido em redor nem se dissemina para outras partes do corpo. GMSI é uma doença benigna.
é uma pequena proteína encontrada no sangue, sendo que níveis elevados desta proteína são encontrados em pacientes com mieloma em atividade, níveis baixos ou normais ocorrem em pacientes com mieloma incipiente, em remissão ou doença inativa. Aproximadamente 10% dos pacientes com mieloma não produzem beta 2 microglobulina. Para estes pacientes, a beta 2 microglobulina não pode ser utilizada para monitorar a doença. Numa recaída da doença, a beta 2 microglobulina pode aumentar antes que haja qualquer mudança no nível da proteína do mieloma. Portanto, em 90% das vezes a dosagem da beta 2 microglobulina é muito útil para determinar a atividade da doença.
Retirada de amostra de tecido para exame microscópico que auxiliará no diagnóstico
remoção por agulha de uma amostra do tecido da medula óssea.
um tipo de droga que se liga à superfície do osso que esta sendo removido (corroído) e protege contra a atividade do osteoclasto.
Aparelho que administra quantidades determinadas de soluções e medicamentos na corrente sangüínea por um período de tempo.
é o mineral que forma a parte dura da matriz óssea hidroxiapatita.
é um hormônio secretado pela glândula tireóide, que bloqueia a reabsorção óssea temporariamente.
é uma forma ativa de vitamina D, útil para pessoas que necessitam de uma dose extra de vitamina D.
Termo usado para determinar doenças em que as células malignas dividem-se descontroladamente. As células do câncer podem invadir os tecidos adjacentes e disseminar-se para outras partes do corpo através da corrente sangüínea e do sistema linfático.
Qualquer substância ou agente que produz ou estimula o crescimento do câncer.
Tubo introduzido em um vaso sangüíneo que será utilizado para a administração de medicamentos ou nutriente. Cateter Venoso Central é um tubo especial introduzido cirurgicamente em uma veia de grosso calibre próximo ao coração e que termina no tórax ou no abdome. O cateter permite a administração de medicamentos, soluções ou hemoderivados e a coleta de amostras de sangue.
Unidade fundamental de qualquer ser vivo.
é um dos três principais tipos de células no sangue. Há vários tipos de células brancas (isto é, neutrófilos, linfócitos e monócitos). Os neutrófilos são necessários para combater a infecção bacteriana. Os neutrófilos podem diminuir muito após a quimioterapia, causando a neutropenia. A neutropenia pode ser evitada ou reduzida usando um hormônio sintético chamado G-CSF.
são as células troco-periféricas normais que dão origem aos componentes sanguíneos normais, inclusive células vermelhas, células brancas e plaquetas. As células tronco-periféricas são normalmente localizadas na medula óssea e podem ser colhidas para um transplante.
é a célula sanguínea que contem a hemoglobina e que transporta o oxigênio dos pulmões a todas as partes do corpo. Um nível baixo de células vermelhas é chamado de anemia. A produção de células vermelhas é estimulada pelo hormônio chamado eritropoetina. A eritropoetina é produzida pelos rins. Os pacientes com mieloma e insuficiência renal não produzem eritropoetina o suficiente e podem ficar anêmicos. Injeções com eritropoetina podem ajudar. A transfusão sanguínea é outra alternativa, especialmente em uma emergência. A eritropoetina sintética está sendo utilizada como profilaxia antes da quimioterapia e como terapia de suporte após a quimioterapia, para evitar a anemia.
Leucócitos que se desenvolvem em células plasmáticas na medula óssea e são as fontes dos anticorpos. Também conhecidas como linfócitos B.
Estruturas minúsculas produzidas pela medula óssea; consistem de glóbulos vermelhos (eritrócitos), glóbulos brancos (leucócitos) e plaquetas.
Células imaturas que dão origem a todas as células sangüíneas. Células-tronco normais dão origem a componentes sangüíneos normais, entre eles, glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas. As célulastronco são geralmente encontradas na medula óssea e podem ser colhidas para um transplante.
Técnica que cria imagens dos ossos em uma tela de computador indicando as áreas de lesão, doença ou cicatrização. Uma pequena quantidade de material radioativo é injetada em uma veia e circula na corrente sangüínea. Esse material é absorvido pelos ossos, particularmente nas áreas anormais dos ossos, e é detectado por um aparelho. Esse exame é excelente para determinar se o câncer se disseminou para o osso, se o tratamento está dando resultado e se as áreas de osso afetadas estão cicatrizando.
Acúmulo de material fluido ou semi-sólido em um envoltório.
Substância secretada pelas células do sistema imunológico que estimula o crescimento ou a atividade de um tipo específico de célula. As citocinas são produzidas localmente (isto é, na medula óssea) e circulam na corrente sangüínea.
Que envolve a observação direta de um paciente. • Grupo controle -Grupo de um estudo clínico randomizado que recebe o tratamento padrão. • Avaliação Final -Aquilo que um estudo clínico está tentando medir ou descobrir; objetivo do estudo. Entre as avaliações finais mais comuns estão medidas de toxicidade, taxa de resposta e sobrevida. • Grupo experimental -Grupo de um estudo randomizado que recebe o tratamento novo. • Estudo clínico randomizado - Estudo de pesquisa no qual os indivíduos são designados aleatoriamente para receber um tratamento em particular. • Estudo de Fase I -Estudo com o intuito de determinar a DMT (dose máxima tolerada) de um medicamento novo ou uma nova combinação de medicamentos que ainda não foi testado(a) em humanos. Costuma ser o primeiro teste em humanos realizado com um tratamento novo, apesar de que, em estudos de Fase I de terapias combinadas, cada um dos elementos pode já ter sido testado em detalhes individualmente. Os pacientes em estudos de Fase I devem apresentar câncer em estágio avançado e refratário a qualquer tratamento padrão. Em um estudo de Fase I típico, grupos sucessivos (“coortes”) de 3 a 6 pacientes recebem o tratamento. Todos os pacientes em uma coorte recebem a mesma dose. Normalmente a primeira coorte recebe uma dose muito baixa; a dose é aumentada em cada coorte subseqüente até que um determinado número de pacientes apresente TDL (toxicidade dose-limitante). O nível de dose usado na coorte anterior é, então, considerado a Dose Máxima Tolerada. Essa dose é usada posteriormente em um estudo de Fase II. • Estudo de Fase II - Estudo que tem por objetivo determinar a taxa de resposta de uma nova terapia nova que já foi testada em estudos de Fase I. É comum 14 a 50 pacientes com um tipo de câncer serem tratados para se verificar quantos respondem ao tratamento. Normalmente, os pacientes têm necessariamente câncer em estágio avançado e refratário a qualquer tratamento padrão e, além disso, apresentam doença mensurável. Se os resultados de um estudo de avaliado em um estudo de Fase III. Se os resultados forem nitidamente muito melhores que os do tratamento padrão, pode não ser necessário realizar um estudo de Fase III e o tratamento pode se tornar padrão com base nos resultados dos estudos de Fase II. • Estudo de Fase III - Estudo que tem por objetivo comparar 2 ou mais tratamentos para um determinado tipo e estadio de câncer. A avaliação final de um estudo de Fase III costuma ser a Sobrevida ou a Sobrevida Livre de Doença. Os estudos de Fase III são geralmente randomizados, ou seja, os pacientes não escolhem o tratamento que irão receber. Um estudo de Fase III típico é conduzido em 50 a milhares de pacientes. Alguns comparam um tratamento novo que já apresentou bons resultados nos estudos de Fase II com um tratamento padrão bem-conhecido e mais antigo. Outros estudos de Fase III comparam tratamentos que já estão sendo comumente utilizados. Alguns tratamentos em estudos de Fase III podem estar disponíveis fora do contexto de um estudo clínico Fase II forem suficientemente promissores, o tratamento pode ser
Vide “Herpes zoster”.
Processo que exige que o médico transmita ao paciente informações suficientes sobre um procedimento proposto para ele tomar uma decisão consciente quanto a submeter-se ou não a esse procedimento. Além de explicar todos os procedimentos, o médico deve discutir os riscos, os benefícios, as alternativas e os possíveis custos.
é um composto químico pequeno, normalmente excretado pelo rim. Se os rins estiverem danificados, o nível da creatinina aumenta no soro. A análise da creatinina é utilizada para avaliar a função renal.
Fita de DNA e proteínas presente no núcleo de uma célula. Os cromossomos possuem genes e atuam na transmissão das informações genéticas. Normalmente, as células humanas contêm 46 cromossomos.
Que persiste por um longo período de tempo.
é um estudo de raios-X que consegue medir a massa óssea, e é a melhor medida da densidade óssea.
é um corticóide que se administra junto às outras drogas quimioterápicas.
Desidrogenase láctica, enzima que pode ser usada para monitorar a atividade do mieloma.
Processo de identificação de uma doença pelos seus sinais e sintomas.
quando um paciente apresenta insuficiência renal, o sangue é purificado passando-o por uma máquina de diálise.
Processo durante o qual células jovens e imaturas (não especializadas) adquirem características individuais e atingem sua função e forma madura (especializadas).
Dose mais elevada de um tratamento que a maioria dos indivíduos consegue tolerar com segurança.
Pessoa que doa uma medula óssea saudável para um paciente que recebeu tratamento contra o câncer em altas doses. O paciente recebe a medula saudável do doador em um transplante de medula óssea.
Reação da medula óssea doada contra o próprio tecido do paciente.
descreve paciente que tem alguma resposta ao tratamento, mas uma redução > 50% dos níveis de proteína do mieloma. A doença estável não é necessariamente ruim (quando comparado com RC ou RP), na medida em que o mieloma se estabilizou e não está progredindo. Uma remissão aceitável (isto é, número de meses/anos em remissão) não é necessariamente proporcional à percentagem da resposta. Um paciente nestas condições pode chegar a viver muitos anos.
Doença que está piorando, de acordo com documentação em exames
Inchaço; acúmulo anormal de líquido em uma parte do corpo
Problemas ocorridos em conseqüência do uso de medicamentos para o tratamento de uma doença. Os efeitos colaterais comuns do tratamento contra o câncer são cansaço, náusea, vômitos, diminuição das contagens de células sangüíneas, queda de cabelo e feridas na boca.
Capacidade de produzir um efeito; nos estudos em câncer, “eficácia” refere-se a se o tratamento é eficaz.
é um teste laboratorial no qual o soro do paciente é submetido a uma técnica de separação em campo elétrico, separando as distintas frações de proteínas. A mobilidade é determinada pelo tamanho e carga elétrica da proteína envolvida. A técnica permite determinar tanto a quantidade de proteína monoclonal presente, como também identificar sua composição. É utilizada para o diagnóstico e para a monitorização.
são estudos de novos tratamentos.
Substância que altera a velocidade com que ocorrem alterações bioquímicas no organismo
Glóbulos vermelhos. Transportam oxigênio para as células do corpo e dióxido de carbono para fora das células.
é um hormônio produzido pelos rins. Os pacientes com insuficiência renal não produzem eritropoetina suficiente, e como consequência apresentam anemia. Injeções de eritropoetina sintética podem ser úteis. A transfusão sanguínea é outra alternativa, especialmente em uma emergência. A eritropoetina sintética está sendo utilizada profilaticamente antes da quimioterapia, e como terapia de suporte após quimioterapia para evitar anemia.
compreende os ossos longos (isto é, braços e pernas) que estão acoplados a coluna vertebral e pelve.
compreende o crânio, coluna vertebral e pelve.
Realização de exames e testes para saber a extensão do câncer no organismo.
Extensão do câncer no organismo.
Tipo de hormônio. Os esteróides costumam ser administrados a pacientes junto com um ou mais medicamentos antineoplásicos e parecem ajudar a controlar os efeitos da doença no organismo.
ocorrem nos ossos enfraquecidos pelo mieloma, que não podem sustentar peso ou tensão normais.
Seqüência específica de DNA ou RNA; unidade biológica da hereditariedade que fica em um local específico do cromossomo e é encontrada em todas as células do organismo. Quando os genes não estão presentes ou estão danificados, pode ocorrer câncer.
Tratamento que altera os genes. Uso dos genes para estimular o sistema imunológico. Nos estudos de geneterapia contra o câncer, os pesquisadores estão tentando melhorar a capacidade natural do organismo de combater a doença e tornar o tumor mais sensível a outros tipos de tratamento. O tratamento visa substituir os genes faltantes ou danificados por cópias saudáveis.
Herdado; que está relacionado às informações transmitidas de pais para filhos através do DNA dos genes.
Célula sangüínea que contém hemoglobina e transporta o oxigênio para todas as partes do corpo, recolhendo delas o dióxido de carbono. A produção de glóbulos vermelhos é estimulada por um hormônio (eritropoetina) produzido pelos rins. Os pacientes com mieloma e comprometimento renal não produzem eritropoetina em quantidade suficiente e podem ficar anêmicos. Injeção de eritropoetina sintética pode ajudar. Transfusão de sangue é outra alternativa, sobretudo em uma emergência. Para evitar anemia, a eritropoetina sintética está sendo usada profilaticamente antes da quimioterapia e como terapia de suporte após a quimioterapia.
Condição benigna na qual a proteína M está presente, mas não há doença subjacente.
Tipo de leucócito que mata bactérias. Neutrófilos, eosinófilos e basófilos são granulócitos.
Porcentagem de eritrócitos no sangue. Valor baixo de hematócrito indica anemia.
Originado no sangue ou disseminado através da circulação ou corrente sangüínea.
Médico especialista em problemas no sangue e na medula óssea.
Número de eritrócitos, leucócitos e plaquetas em uma amostra do sangue.
O vírus mais comum causa feridas que costumam ser observadas ao redor da boca, normalmente denominadas feridas frias.
Vírus que se aloja ao redor de alguns nervos e causa bolhas, inchaço e dor. Condição também conhecida como cobreiro.
Nível de cálcio acima do normal no sangue. Pode causar uma série de sintomas, entre eles, perda de apetite náusea, sede, cansaço, fraqueza muscular, agitação/confusão. É comum em pacientes com mieloma e normalmente resulta da destruição óssea com liberação do cálcio na corrente sangüínea. Freqüentemente associada ao comprometimento da função renal, uma vez que o cálcio pode ser tóxico para os rins. Por essa razão, a hipercacemia costuma ser tratada como emergência, com soluções intravenosas associadas a medicamentos para reduzir a destruição óssea, além do tratamento especifico para o mieloma.
Substâncias químicas produzidas por várias glândulas do organismo que regulam a ação de algumas células ou órgãos.
são dois tipos de mieloma, semelhantes ao IgG e ao IgA, que ocorrem com menor frequência.
são os dois tipos mais comuns de mieloma múltiplo. O “G” e o “A” se referem ao tipo de proteína produzida pelas células do mieloma. A proteína do mieloma, que é uma imunoglobulina. Consiste de duas cadeias pesadas (por exemplo, tipo G) combinado com as duas cadeias leves, que são kappa (k) ou lambda (l). Portanto, os dois subtipos mais comuns de mieloma têm cadeias pesadas idênticas (isto é, IgG kappa e IgG lambda). Se só as cadeias leves kappa e lambda forem produzidas, resulta num mieloma de cadeias leves kappa ou lambda (Bence-Jones). Os termos pesados ou leve referem-se ao tamanho, ou peso molecular da proteína, sendo que as cadeias pesadas são maiores do que as cadeias leves. Como as cadeias leves são menores, elas são mais facilmente filtradas pelo rim, sendo encontradas na urina como proteinúria de Bence-Jones.
Redução da capacidade do organismo de combater infecções e doenças.
é um método imunológico utilizado para identificar o tipo de proteína M (IgG,IgA, kappa ou lambda). É uma técnica de coloração muito sensível, que identifica exatamente os tipos de cadeia (pesada ou leve) das proteínas monoclonais.
Proteína produzida pelas células plasmáticas; parte essencial do sistema imunológico do organismo. As imunoglobulinas atacam as substâncias estranhas (antígenos) e ajudam a destruí-las. As classes de imunoglobulinas são IgA, IgG, IgM, IgD e IgE.
Enfraquecimento do sistema imunológico que diminui a capacidade de combater infecções e doenças. Pode ser proposital, como no caso do preparo para um transplante de medula óssea com o objetivo de prevenir a rejeição do tecido do doador pelo hospedeiro, ou acidental, como costuma ocorrer após a administração de quimioterapia para o tratamento do câncer.
Tratamento que estimula as defesas naturais do organismo a lutar contra o câncer. Também denominada de terapia biológica.
Número de casos novos de uma doença diagnosticados a cada ano.
Administração de soluções ou medicamentos na corrente sangüínea por um período de tempo.
Compostos que tentam cortar o suprimento de sangue para os tumores.
Proibir de fazer algo, manter estático.
Introdução de um medicamento no organismo usando uma seringa e agulha.
Hormônio natural (citocina) liberado pelo organismo em resposta a uma infecção ou doença que estimula o crescimento de algumas células sangüíneas responsáveis pelo combate a uma doença no sistema imunológico. O interferon pode ser produzido artificialmente por engenharia genética e usado como uma forma de imunoterapia, principalmente na fase de manutenção (platô) para bloquear qualquer novo crescimento do mieloma e, assim, atrasar ou prevenir a recidiva.
é uma citoquina com estímulo potente às atividades dos osteoclastos e células plamáticas.
Área de alteração tecidual anormal. Nódulo ou abcesso que pode ser causado por ferimento ou doença, como o câncer.
são áreas danificadas do osso, que aparecem como manchas escuras ao raio-x, quando uma quantidade suficiente do osso que era normal, já estiver corroída. Lesões líticas parecem buracos no osso, evidenciando que o osso está sendo enfraquecido.
Células que ajudam o organismo a combater infecções e outras doenças. Também denominados glóbulos brancos Termo geral para diversas células responsáveis pelo combate a germes invasores, infecção e agentes causadores de alergia. Essas células começam a se desenvolver na medula óssea e são transportadas para outras partes do corpo. Entre os leucócitos específicos estão os neutrófilos, os granulócitos, os linfócitos e os monócitos.
Número baixo de leucócitos.
Leucócitos que combatem infecções e doenças.
Canceroso; capaz de invadir o tecido adjacente e se disseminar para outras partes do organismo.
Série de radiografias simples do crânio, coluna, costelas, pelve e ossos longos para verificar a existência de lesões líticas e/ou osteoporose.
Substância presente no sangue ou em outros fluidos corpóreos que pode indicar que uma pessoa é portadora de câncer.
Resistência ao tratamento padrão, caracteristicamente associada à resistência a adriamicina e vincristina, ambos medicamentos quimioterápicos. A resistência é causada pelo acúmulo de p-glicoproteína na membrana celular externa das células do mieloma. Isso resulta na não entrada dos medicamentos na célula do mieloma em vez do acúmulo e da morte da célula. Os medicamentos que bloqueiam essa bomba de p-glicoproteína estão atualmente em fase de estudos clínicos (p. ex., PSC833, um novo análogo da ciclosporina).
é o tecido mole e esponjoso localizado na maioria dos ossos.
Câncer das células cutâneas formadoras do pigmento da pele ou da retina do olho.
Disseminar de uma parte do corpo para outra. Quando ocorre metástase das células cancerosas e formação de tumores secundários, as células do tumor metastático são as mesmas do tumor original (primário).
Refere-se a mielócitos, um tipo de leucócitos. Também denominado mielogênico. O mieloma múltiplo é um câncer não-mielóide.
Mieloma que não apresenta sinais ou sintomas da doença. Também denominado mieloma indolente, smoldering ou inicial.
Diminuição da produção de eritrócitos, plaquetas e alguns leucócitos pela medula óssea.
Substâncias que estimulam a resposta do corpo contra infecções e doenças. O corpo produz naturalmente pequenas quantidades dessas substâncias. Os cientistas conseguem produzir em laboratório algumas delas em grande escala e as usam no tratamento contra o câncer.
Menor partícula de uma substância que apresenta todas as propriedades da substância e é composta de um ou mais átomos.
Tipo de leucócito.
é um termo utilizado para descrever as características da proteína do mieloma. Como o mieloma começa a se desenvolver a partir de uma única célula plasmática maligna (monoclonal), o tipo de proteína do mieloma produzido é também monoclonal, quer dizer de um só tipo, e não de muitos tipos (policlonal). É muito importante na prática, pois na eletroforese de proteínas aparece com um pico característico, que é utilizado para o diagnóstico e para o acompanhamento do mieloma.
é o método laboratorial mais utilizado para determinar a quantidade de proteína do mieloma no sangue. (veja imunofixação que determina o tipo de proteína do mieloma). A nefelometria utiliza uma técnica de dispersão de luz e deve ser checada com a eletroforese para assegurar sua precisão.
Novo crescimento anormal de células.
é uma diminuição dos neutrófilos ou células brancas do sangue. Há vários tipos de células sanguíneas brancas e a neutropenia se refere à redução dos granulócitos ou neutrófilos necessários no combate adequado às infecções bacterianas. A quimioterapia citotóxica tem uma tendência a induzir a netropenia. Em contraste, os linfócitos que são mais importantes nas infecções virais, não são afetados pelo tratamento citotóxico.
Parte da célula que normalmente direciona o crescimento celular, mas também pode promover ou permitir o crescimento hereditário. Gene que tem potencial para transformar um descontrolado do câncer se estiver danificada (mutada) pela exposição ambiental a carcinógenos ou se estiver danificada ou ausente devido a um defeito célula normal em cancerosa.
Médico especialista no tratamento câncer. Alguns oncologistas especializam-se em um determinado tipo de tratamento contra o câncer.
é a célula que produz osteóide, que junto com o cálcio forma um novo osso duro.
é uma proteína produzida e excretada pelos osteoblastos quando eles estão fabricando osteóide. Um nível baixo reflete o mieloma ativo. Um nível mais alto que o normal, reflete um mieloma mais estável.
é uma célula encontrada na medula óssea na junção entre a medula óssea e o osso. O crescimento ativo do mieloma estimula o osteoclasto a destruir o osso. Este processo é chamado de reabsorção óssea. Normalmente a reabsorção óssea é contrabalanceada pela atividade dos osteoblastos, que criam um novo osso. No mieloma, a atividade osteoblástica é bloqueada. A combinação da reabsorção óssea acelerada e o bloqueio da formação do novo osso, resulta nas lesões líticas.
é o produto da proteína que se torna mineralizado com cálcio para formar o osso duro.
é a redução da densidade óssea, tipicamente associada a idade avançada. O envolvimento difuso dos ossos que produz o mieloma, é semelhante a osteoporose no raio-x do osso e na densitometria óssea.
este bisfosfanato inibe os osteoclastos. Devem ser administrados por via intravenosa a cada 3 a 4 semanas, de 60 a 90 mg em 500 cc ou D5W.
Estudo da doença pelo exame de tecidos e fluidos corpóreos no microscópio. Patologista é o médico especialista em patologia.
uma série de raios-X simples do crânio, coluna, costelas, pelve e ossos longos para procurar lesões líticas e/ou osteoporose.
Ver Mapeamento do esqueleto
Exame diagnóstico que usa uma câmera sofisticada e um computador para gerar imagens do corpo. Mostra a diferença entre os tecidos saudáveis e os que apresentam um funcionamento anormal.
é um outro nome para proteína M. O pico se refere ao desenho pontiagudo que ocorre na eletroforese, quando a proteína M esta presente.
Substância inerte (inativa) corriqueiramente usada em estudos clínicos para comparação com um medicamento experimental.
é uma das principais três células sanguíneas, sendo as outras células vermelhas e brancas. As plaquetas fazem parte da coagulação do sangue, sendo a maior defesa contra o sangramento.
é a remoção de certas proteínas do sangue.
É um conjunto de plasmócitos encontrados em uma única localização, por exemplo, em tecidos moles ou osso, e não são disseminadas.
Leucócitos especiais que produzem anticorpos. São as células que apresentam malignidade no mieloma. As células plasmáticas normais produzem anticorpo para combater infecções. No mieloma, as células plasmáticas malignas produzem grandes quantidades de anticorpos anormais que não têm a capacidade de combater infecções. Os anticorpos anormais são as proteínas monoclonais ou proteínas M. As células plasmáticas também produzem outras substâncias que podem provocar danos a órgãos e tecidos (por exemplo, anemia, dano renal e dano nervoso).
Cateter conectado a um disco introduzido cirurgicamente logo abaixo da pele no tórax ou no abdome. O cateter é implantado em uma veia ou artéria de grosso calibre diretamente na corrente sangüínea. Soluções, medicamentos ou hemoderivados podem ser administrados por esse cateter; sangue pode ser coletado por uma agulha inserida no disco.
Cateter conectado a um disco introduzido cirurgicamente no abdome. O cateter é implantado para administrar quimioterapia no peritônio (cavidade abdominal).
Termo usado para descrever uma condição que evoluirá, ou poderá evoluir, para um câncer.
Evolução ou curso previsto de uma doença; chance de recuperação; expectativa de vida.
Aumento do número de células em decorrência de crescimento e divisão das células.
Anticorpos ou pedaços de anticorpos encontrados em quantidades anormalmente elevada no sangue ou na urina de pacientes com mieloma múltiplo. Consiste de cadeias leves kappa ou lambda. O pico M refere-se ao padrão pontiagudo que ocorre na eletroforese de proteínas quando uma proteína M está presente. Sinônimo de proteína monoclonal e proteína do mieloma.
Plano de tratamento detalhado que inclui dose e esquema de todos os medicamentos utilizados.
Tratamento do câncer com medicamentos.
Tratamento administrado junto com o tratamento primário para melhorar a eficácia desse tratamento primário; utilizado normalmente após a remoção cirúrgica de todo o tumor detectável.
Uso de mais de um medicamento em um esquema quimioterápico durante o tratamento do câncer
Médico especialista na criação e na interpretação de imagens de áreas dentro do organismo. As imagens são produzidas por raios X, ondas de som, campos magnéticos ou outros tipos de energia.
Tratamento com raios X, raios gama ou elétrons para danificar ou matar as células malignas. A radiação pode vir de fora do organismo (radiação externa) ou de materiais radioativos colocados diretamente no tumor (implante radioativo).
Radiação eletromagnética de alta energia usada em baixas doses para diagnosticar doenças e em altas doses para tratar o câncer
Reaparecimento de sinais e sintomas de uma doença após um período de melhora.
Reaparecimento de uma doença após um período de remissão.
Processo de admissão de pacientes em um estudo clínico (ensaio clínico) ou número de pacientes já admitidos ou previstos para serem admitidos em um estudo.
Doença que não responde aos tratamentos padrão.
Diminuição do tumor.
RC é a ausência de proteína do mieloma no soro e/ou na urina em exames laboratoriais; ausência de células do mieloma na medula óssea e/ou em outras áreas comprometidas pelo mieloma; remissão clínica e melhora de outros parâmetros laboratoriais até o normal. RC não é igual a cura. Métodos analíticos sensíveis podem detectar níveis mínimos de mieloma. Há recidiva. O tempo para recidiva é influenciado pelo tipo de tratamento inicial e manutenção utilizada.
Desaparecimento completo ou parcial dos sinais ou sintomas do câncer. Os termos remissão e resposta são intercambiáveis.
RP é um nível de resposta menor que a RC. Nos estudos da SWOG, significa uma resposta > 50% e < 75%. Em outros estudos isto significa resposta > 50%.
Coordenação normal (acoplamento) entre osteoclastos (células que reabsorvem ou destroem os ossos) e osteoblastos (células que formam uma matriz óssea nova) para manter um estado equilibrado de produção e destruição ósseas.
Resultado da capacidade das células de resistir aos efeitos de um medicamento específico.
(MDR) é um termo utilizado para descrever a resistência aos tratamentos padrões. É tipicamente associada a resistência à adriamicina e à vincristina, ambas drogas quimioterápicas. A resistência é causada por um acúmulo da proteína glicoproteína P na membrana externa da célula do mieloma, ao invés de acumularem-se dentro dela, destruindo-a com o tempo. Drogas que bloqueiam esta bomba de proteína estão atualmente sendo utilizadas em testes clínicos (por exemplo: PSC833, um novo análogo da ciclosporina).
as imagens do corpo são obtidas por energia magnética, ao invés de energia raio-X. As imagens obtidas têm uma alta resolução dos tecidos moles, especialmente na coluna vertebral, mas é menos precisa para lesões ósseas.
Qualquer dos vários ácidos nucléicos associados ao controle das atividades químicas celulares. O RNA é um dos ácidos nucléicos encontrados em todas as células - o outro é o DNA (ácido desoxirribonucléico). O RNA transfere as informações genéticas do DNA para as proteínas produzidas pela célula.
Exame diagnóstico que usa energia magnética, e não raios X, para produzir imagens bi ou tridimensionais detalhadas de órgãos e estruturas dentro do corpo. Fornece imagens de alta resolução dos tecidos moles, especialmente de invasões na medula espinal, mas é menos precisa em lesões ósseas.
Condição na qual a medula óssea não funciona normalmente e não produz células sangüíneas suficientes. Essa condição pode progredir e transformar-se em uma leucemia aguda.
Grupo complexo de órgãos e células que produzem anticorpos para defender o organismo contra substâncias estranhas como bactérias, vírus, toxinas e câncer.
Período de tempo em que o paciente sobrevive sem nenhum câncer detectável.
Período de tempo durante o qual o paciente sobrevive e o câncer não piora. Melhora da sobrevida de um paciente que pode ser diretamente atribuída ao tratamento recebido para o mieloma. Termo que identifica pacientes com mieloma que estão em remissão completa em comparação aos que apresentaram um episódio de recidiva ou progressão.
é um estudo de raio-x computadorizado, utilizado para detectar pequenas áreas de lesões ósseas, ou de comprometimento de partes moles.
Efeitos colaterais suficientemente graves que impedem a continuação da administração dos tratamentos.
Tratamento que utiliza substâncias que atuam sobre células do câncer em todo o organismo por serem transportadas pela corrente sangüínea.
biópsia da gordura subcutânea. Se negativa, mesmo corando com vermelho Congo, podem ser realizadas a biópsia da medula óssea, rim ou retal.
Exame de sangue usado para estabelecer a compatibilidade entre o doador de medula óssea ou sangue e o receptor dessa transfusão ou transplante.
utilizada para fazer o diagnóstico e monitorar a condição da doença.
pesquisa de rotina do esqueleto (raios-X, ressonância magnética e/ou tomografia para detectar as áreas comprometidas. Testes mais experimentais são o escaneamento MIBI do corpo inteiro e/ou o escaneamento PET).
contagens rotineiras, testes que avaliam a função renal e hepática, testes bioquímicos, DHL, nível de proteína do mieloma, beta 2 microglobulina do soro, PCR e índice de marcação de células plasmáticas.
uma coleta de 24 horas para medir a proteína de Bence-Jones e a excreção da creatinina.
Tipo de modificador de resposta biológica que pode melhorar a resposta natural do corpo à doença.
Substâncias nocivas produzidas por alguns animais, plantas ou bactérias.
Transferência de sangue ou hemoderivados.
Infusão de medula óssea de um indivíduo (doador) para outro (receptor). Um paciente recebe a medula óssea de um doador compatível, embora não geneticamente idêntico.
Procedimento no qual a medula óssea é retirada do paciente e devolvida a ele após tratamento intensivo.
são as células tronco coletadas do sangue periférico, e não da medula óssea.Procedimento semelhante ao do transplante de medula óssea. Os médicos colhem células-tronco saudáveis do sistema circulatório de um paciente (não da medula óssea) e as armazenam antes do paciente receber quimioterapia em altas doses e possivelmente radioterapia para a destruição das células cancerosas. As células-tronco são, então, devolvidas ao paciente e podem produzir células sangüíneas novas para substituir as destruídas pelo tratamento.
Procedimento no qual a medula óssea é infundida em um paciente que foi tratado com quimioterapia em altas doses ou radioterapia. A medula a ser transplantada pode ser retirada do próprio paciente antes do tratamento ou pode ser doada por outra pessoa.
Refere-se ao procedimento de transplante de medula óssea no qual o paciente e a medula óssea a ser transplantada são geneticamente compatíveis, mas não pertencem a membros da mesma família.
Procedimento que utiliza células-tronco ou medula óssea para resgatar o potencial de formação de sangue do: paciente após quimioterapia em altas doses e/ou radioterapia. O transplante não é um tratamento, mas sim um método de apoio para tornar possível o tratamento com altas doses.
Infusão de medula óssea ou células tronco de um irmão gêmeo idêntico.
Fase do tratamento em que se tenta melhorar a resposta obtida com o tratamento inicial. Em geral, envolve doses mais altas de citostáticos ou medicamentos não utilizados previamente.
Tratamento inicial utilizado para tentar a remissão de um mieloma recém-diagnosticado.
Quimioterapia administrada a pacientes em remissão para atrasar ou prevenir uma recidiva.
Tratamento administrado para prevenir, controlar ou aliviar complicações e efeitos colaterais e melhorar o conforto e a qualidade de vida do paciente.
Tem por objetivo melhorar a qualidade de vida aliviando a dor e os sintomas da doença, mas não alterando o curso da doença.
Nível baixo de plaquetas no sangue. O nível normal é de 150.000 – 250.000. Ocorrem problemas de sangramento quando o nível de plaquetas é menor que 50.000. Hemorragia de grande porte está geralmente associada a uma redução para menos de 10.000.
Vide “Plaquetas”.
Massa anormal de tecido resultante da divisão excessiva de células. Os tumores não têm nenhuma função útil para o corpo. Podem ser benignos ou malignos.
Medida do nível de uréia no sangue. A uréia é eliminada pelos rins. A uréia sangüínea é um parâmetro laboratorial a no sangue que avalia a função renal. Doenças, como o mieloma, que comprometem a função renal, costumam causar aumento dos níveis de uréia sangüínea.
Preparação com microrganismos mortos, vivos atenuados ou vivos totalmente virulentos que é administrada para produzir ou aumentar artificialmente a imunidade contra uma doença específica.
Pequena partícula viva que pode infectar células e alterar o seu funcionamento. A infecção por um vírus pode causar o desenvolvimento de sintomas em um indivíduo. A doença e os sintomas dependem do tipo de vírus e do tipo de células infectadas.
















